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Os alunos do 10º ano, do curso de Ciências e Tecnologias, acolheram com entusiasmo e verdadeiro espírito científico, o desafio lançado pela 16ª Edição do Concurso de Ideias  "Ciência na Escola" da Fundação Ilídio Pinho, este ano sob o lema "A Ciência na Escola ao Serviço do Desenvolvimento de Portugal". Preocupados com a problemática ambiental e de sustentabilidade, procuraram, e encontraram, um caminho novo para oferecer  uma proposta alternativa -  "Back 2 celulose: um supermaterial do futuro" , foi o projeto apresentado e desenvolvido pelos alunos, sob coordenação da professora  Alice Rocha. Esta concretização foi possível pela  parceria com a FCTUC - Departamento das Ciências da Vida, Microbiologia, na pessoa da Profª Doutora Paula Morais e alguns colaboradores, viabilizando a execução de todas as etapas. Os resultados foram de grande interesse e trazem a esperança da viabilidade na utilização de um "supermaterial" mais sustentável. Foi mesmo uma experiência  educativa de sucesso! Todos dizem - queremos continuar! "

 

Nos passados dias 3 e 4 de maio, o nosso Colégio participou pela primeira vez nas Olimpíadas Nacionais de Filosofia.

Já na oitava edição, a decorrer no presente ano na Escola Secundária António Damásio, em Lisboa, organizada pela PROSOFOS (Associação para a Promoção da Filosofia), esta foi uma experiência deveras enriquecedora, nomeadamente para a aluna participante Sofia Bidarra Pinto, do 10.º ano de escolaridade.

Logo no transporte foi notório este interesse pela filosofia, partilhado pelos alunos, através das suas conversas filosóficas. Seguiu-se o almoço de boas vindas, e durante a tarde de sexta-feira a aluna teve oportunidade, em três horas, de elaborar um ensaio filosófico sobre um dos temas constantes da prova, da qual só tiveram conhecimento no momento da realização. Depois deste esforço intelectual seguiram-se várias atividades lúdicas para os alunos: voleibol, kickboxing e até karaté. Enquanto isso, os professores acompanhantes começavam a 1ª fase de avaliação dos ensaios (estando omissa a identidade dos alunos).

A noite terminou com um jantar, ao qual até ainda se seguiu um momento de animação musical.

Já no sábado de manhã, enquanto os professores tinham pela frente a 2ª fase de avaliação dos ensaios, os alunos tiveram oportunidade de optar fazer um passeio por Lisboa Ocidental, ou um circuito pela Baixa e Chiado ou ainda uma visita aos jardins da Gulbenkian e à exposição “Cérebro – mais vasto que o céu”, tendo a Sofia escolhido a segunda opção.  

Durante a tarde deste dia, sabidos os resultados dos dez ensaios selecionados na segunda fase, seguiu-se a escrita da prova em língua estrangeira (apenas para os selecionados) e um Speed Thinking para os restantes alunos, com o qual a nossa aluna ficou muito entusiasmada, sendo esse para si um dos momentos mais altos destas Olimpíadas. Já os professores tiveram direito também a um passeio pelo Parque das Nações, enquanto a Comissão Científica apurava os três primeiros lugares dos dez já referidos.

Foram dois dias repletos de muitas aprendizagens, companheirismo, convívio e partilha de conhecimento, quer por alunos quer por professores. Destaca-se a atitude da aluna, que apesar de ser o primeiro ano na disciplina de Filosofia, se aventurou corajosamente nesta aventura intelectual, devendo ser reconhecido o seu empenho, interesse e entusiasmo, assumidos de forma sempre responsável.

Participaram nesta edição 96 alunos e 50 professores vindos de todo o país.

Em nome da professora e da aluna e agradecendo a oportunidade que nos foi dada, podemos dizer que foi, certamente, a primeira de muitas Olimpíadas Nacionais de Filosofia.

 A professora, 

 Susana Pais

Depois das acusações falsas

O Tribunal da Relação de Coimbra confirmou a decisão do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, que absolveu o Colégio, o diretor, o advogado e o contabilista da instituição da prática dos crimes de que foram acusados, decisão já transitada em julgado. Uma declaração de inocência esperada num processo longo e muito desgastante, especialmente pela propositada distorção dos factos que fundamentaram a denúncia feita por António Pinto Castanheira, então revisor oficial de contas do Colégio, e pela divulgação sensacionalista que a comunicação social fez desta acusação.

Para situar o assunto, devo lembrar que no decurso do desentendimento relacionado com pagamentos àquele revisor pelo trabalho que efetuava na Gráfica de Coimbra, com tantas dificuldades que foi declarada insolvente, e já depois da sua demissão, tal crispação foi transposta para o Colégio como um “ajuste de contas”. Sim, esta foi a motivação; por isso se distorceram e truncaram factos.

Neste contexto, a aprovação de contas do Colégio de 2012 foi absolutamente surreal, tendo o ROC levantado inusitadas questões que levaram à suspensão da assembleia-geral, a um pedido de parecer jurídico e nova assembleia. Não satisfeito, denunciou criminalmente o Colégio em outubro de 2013.

Neste cenário e pelo mesmo assunto, houve as seguintes intervenções, dignas de nota:

- Um pedido de parecer a jurista especialista em direito fiscal e administrativo, que corroborou a legalidade de todo o procedimento.

- A visita da Autoridade para as condições do trabalho ao Colégio, donde não resultou qualquer reparo.

 - Uma auditoria da Autoridade tributária, que não identificou nenhum ilícito e refere: “verificámos que dos elementos analisados não foram encontradas quaisquer contingências fiscais […]. Quanto aos donativos, tendo sido atribuídos pelos funcionários não vislumbramos qualquer infração fiscal”.

- A intervenção da Ordem dos revisores oficiais de contas que, em sede de processo de inquérito, concluiu pela lisura e adequação da atuação do Colégio, dizendo relativamente ao Colégio: “Não resulta provado que tenha existido negócio simulado no acordo tripartido sobre as remunerações, nem que, desse acordo tenha resultado prejuízo para o Estado pela via de obtenção de subsídios públicos injustificados.” E acrescenta que a Ordem não pode impor ao ROC a alteração da Certificação Legal de Contas, uma vez que tal certificação, dotada de fé pública, só pode ser impugnada por via judicial. Ora, a quando desta conclusão do inquérito (outubro 2016), o prazo para tal impugnação já havia sido ultrapassado.

- O julgamento pelo Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, cuja decisão de absolvição refere:

“Na verdade, contrariamente ao entendimento que presidiu à dedução da acusação, a diferença salarial (reduzidos os impostos devidos), que constava dos cheques dos trabalhadores da sociedade arguida (docentes e não docentes) relativamente ao recibo de vencimento, correspondia não a redução salarial mas a donativo livremente efectuado por todos aqueles que (por razões louváveis), abraçaram a causa de não permitir que a sociedade arguida (Colégio São Teotónio – CST) reduzisse o número de turmas em função da redução de financiamento do contrato de associação existente, suportando dessa forma (com a parceria do CSST) o financiamento de duas turmas (as outras duas foram abarcadas pela disponibilidade financeira do CST) e evitando o indesejável despedimento de pessoal ou redução de horários.” E conclui: “Tendo sido a interpretação que presidiu à conduta dos arguidos, dada por assente, sendo a mais defensável do ponto de vista de justiça material, porque em consonância com o escopo do legislador (como já se referiu), não consubstancia a prática dos arguidos o preenchimento dos elementos constitutivos do tipo legal de crime imputado, por inexistir intenção de causar prejuízo a outra pessoa ou ao Estado ou de obter para si ou para outra pessoa benefício ilegítimo, mas tão só alcançar um direito que no seu entender (e no nosso), justificada e legitimamente lhes assistia.

Os elementos documentais fornecidos ao POPH, porque consonantes com essa verdade, não integram, consequentemente, o preenchimento das al. a) e d) (ou qualquer das restantes) elencadas no n.º 1 do art.º 256.º do Cód. Penal.

Em decorrência do exposto, impõe-se a absolvição dos arguidos.”

- O recurso apreciado pelo Tribunal da Relação de Coimbra, que confirma a decisão recorrida:

“Nesta conformidade, é pois manifesto que a sentença recorrida não sofre de vício de insuficiência para a decisão da matéria de facto provada, constante do art. 410.º, n.º 2, al. A) do CPP, pois a matéria de facto dada como provada implica a decisão proferida nos autos e não podia o tribunal a quo concluir de outra maneira se não pela absolvição dos arguidos pelo crime que lhes é imputado.”

 

Perante tudo isto, parece-me que o ROC em causa, atenta a sabedoria que a idade lhe devia permitir, deve um pedido de desculpa ao Colégio por todos os danos causados, morais e materiais, ao menos pela sua incompetência técnica; em consequência, deveria corrigir a Certificação Legal de Contas que emitiu.

Uma coisa conseguiu: agastar profundamente os visados. Mas “a mentira tem perna curta”.

Espero que os acionistas da Livraria Cultura e Fé, SA, onde aquele revisor ainda exerce funções, estejam vigilantes sobre a sua atuação e afiram bem da sua competência. Não vá um dia acontecer mais algum desaire que apanhe todos de surpresa…

Pela forma como o assunto foi evoluindo, pelo que disse e escreveu, é notória a sua intenção injuriosa e difamatória. Pretendo que todo o processo seja revisto pelos nossos advogados e se demande criminalmente contra este revisor, por estar convencido de que a matéria é abundante.

Sinto um grande alívio por ver terminado este penoso processo e o desgaste emocional e social que causou. Não posso deixar de agradecer a todos quantos acreditaram em mim: família, amigos, irmãos sacerdotes, funcionários do Colégio, acionistas, pais e alunos, paroquianos... Eternamente grato pela estima de que lhes sou devedor.

Coimbra, 23 de maio de 2019

Pe. Manuel Carvalheiro

Alunos do 10º ano participaram no Projeto ClimAgir (CIM-RC)

Os alunos do 10º ano, participaram hoje, 15 de março, na ação de Plantação de 150 Sobreiros na Quinta da Maia, em Coimbra.
Esta ação foi inserida no Projeto ClimAgir da CIM - RC (Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra), que deu continuidade à sessão realizada ontem de sensibilização para as consequências das alterações climáticas e a necessidade de fomentar a floresta autóctone, na região.
Estas ações estão inseridas num projeto mais amplo que abrange a comunidade escolar da CIM – RC que tem como principais objetivos sensibilizar a comunidade escolar para o tema das alterações climáticas: sensibilizar a população, promover ações de mitigação e adaptação às alterações climáticas, sensibilizar para os valores ecológicos e ambientais, promover a floresta autóctone e valorizar o nosso território.

Hoje, os nossos alunos não se importaram de meter mãos na enxada e trabalharam muito bem. Participaram muito entusiasmados e até diziam "já plantei 4!". Trabalharam todos muito bem e não se fizeram de rogados, como se pode ver pelas fotos. 

O agradecimento é todo nosso pelo Interesse no projeto ClimAgir. Foi com enorme alegria que terminamos desta forma a nossa semana. Esperemos ter mais turmas do Colégio São Teotónio no próximo ano.                                         
(ClimAgir)

No dia 20 de novembro, o Colégio acolheu o projeto Roadshow Financeiro, que irá decorrer, ao longo deste ano letivo, em diversos pontos do país: Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Leiria, Lisboa, Porto, Setúbal e Viseu.

O Roadshow Financeiro é um programa de Literacia orientado para os jovens do secundário. Este projeto inovador, organizado pelo MoneyLab e que conta com o apoio da Fidelidade, Fundação Millennium BCP e Euronext, tem como objetivo colmatar a desinformação que existe entre as camadas mais jovens, no que diz respeito à literacia financeira.

No dia 5 de dezembro de 2018, as turmas do 7º ano de escolaridade participaram numa sessão de “Planetário”, na biblioteca do nosso Colégio, orientada pelo astrónomo, Dr. Vasco Elói.

Esta atividade visou o aprofundamento dos conhecimentos de astronomia da disciplina de Físico-Química, através de uma “aula de astronomia diferente” e num local especial: dentro de um planetário.  

O planetário tem uma estrutura em cúpula, na qual é projetado o céu noturno (artificial) que pode ser observado a partir do planeta Terra. Este aparato suscitou espanto em muitos alunos.

Os alunos puderam aprender alguns mitos gregos que estão na origem do nome das constelações, a localização de algumas constelações ou estrela, diferentes latitudes, o movimento aparente das estrelas, as fases da lua, os eclipses … e muito mais!

No final, os alunos colocaram várias questões/dúvidas, que foram prontamente esclarecidas pelo Dr. Vasco Elói.

Os alunos consideraram a atividade bastante interessante, divertida e estimuladora da curiosidade pelo céu, o espaço, no fundo, pela Astronomia.

Em suma, foi uma experiência enriquecedora e difícil de esquecer!

 

 Ana Beatriz Casimiro (7ºA) e Carolina Araújo (7ºM)

No passado dia 15 de novembro, celebrou-se o Dia Mundial da Filosofia, que ocorre sempre na terceira quinta-feira deste mesmo mês.

Sendo a Filosofia uma disciplina que procura o verdadeiro conhecimento, despoleta o espírito crítico e autónomo, a celebração desta data não podia passar incólume.

Assim, o nosso Colégio contou com algumas iniciativas.

A primeira delas consistia num mural filosófico, composto por imagens que fossem mostra do que é a filosofia para cada aluno da disciplina. A cada um coube o desafio de contribuir com uma imagem criativa e que demonstrasse individualmente o que era para eles esta área do saber.

O resultado foi a figuração da pluralidade e diversidade de pensamento e posições que pautam a disciplina. Quando o mural foi exposto, cada aluno mostrava orgulhosamente qual tinha sido a sua opção, justificando-se e tentando também compreender as dos restantes.

 No entanto, a comemoração deste dia, instituído desde 2005 pela UNESCO, não se ficou por aqui. Até porque à quinta-feira é também dia de Filosofia para Crianças, então nada melhor do que incluir os mais pequenos nesta festa.

O trabalho com os meninos desta atividade extracurricular começou uma semana antes, com uma sessão onde tinham por tarefa distinguir perguntas “tontas” de perguntas “não tontas”. Com todos os contributos, os mais pequenos chegaram à conclusão de que existiam perguntas que não são tontas: aquelas que interessam a toda a gente, são pertinentes e falam de coisas sérias. Posto isto, o desafio era o de criar perguntas “não tontas”, que não se soubesse a resposta mas que se quisesse muito saber. Essas perguntas iriam ser entregues aos “meninos grandes” para eles tentarem responder. No entanto, um projeto que iria apenas decorrer como “ Correspondência Filosófica” (troca de perguntas e respostas entre uns e outros), tornou-se algo mais, dado que os pequenos filósofos logo perguntaram se os meninos que lhes fossem responder o iriam fazer presencialmente. E assim foi.

Mas não sem antes os mais pequenos pensarem em questões filosóficas, tais como “Por que razão o universo é infinito?” “Por que existem planetas?” “Porque é que Jesus é importante?” “Por que motivo existirem cores?” “Porque é que existe Portugal?” “Porque é que existem horas?” “Porque é que as crianças têm que ir à escola?”. Todas as questões resultantes provieram destas pequenas mentes brilhantes.

As questões foram entregues a alguns alunos do 11.º ano, que aceitaram o desafio de responder aos pequenos curiosos.

Chegados ao dia 15 de novembro, encontraram-se as grandes mentes. Foi uma sessão de Filosofia para Crianças diferente, onde os mais velhos vinham para responder às questões dos mais novos, mas no entanto, foram eles os mais surpreendidos.

Aquando da resposta à pergunta “Porque é que as crianças têm que ir às aulas?”, quando um aluno do 11.º ano respondia que é um dever e também um direito, pois permite-nos ganhar bagagem para um dia realizarmos os nossos sonhos, eis que uma pequena grande mente pergunta “Então por que é que antes as crianças não precisavam de ir à escola?”. Como se não bastasse, e não contentes com as respostas dadas, eis que um dos mais pequenos se sai com a seguinte questão: “Se é assim, porque é que o Presidente do Brasil continua a achar que as mulheres não devem ir à escola?”

(A expressão dos mais velhos, neste momento, deveria ter sido filmada, surpresos não só por os mais pequenos saberem quem é Bolsonaro, mas também pela acuidade da pergunta).

Tendo sido esta sessão tão enriquecedora e de modo a louvar o empenho de ambas as partes, tínhamos que mostrar isto à restante comunidade escolar. Neste sentido foram expostas algumas das perguntas feitas pelos meninos do 1.º ciclo e respetivas respostas dadas pelos alunos de Filosofia do 11.º ano.

 E assim foi o culminar da celebração de uma área que nos lembra o dever de uma permanente abertura ao diálogo, questionamento, à luta contra a passividade de aceitarmos tudo acriticamente e nos mantermos sempre atentos à realidade.

Com certeza que receberão mais notícias nossas, pois estes encontros entre “grandes” e “pequenos” foi deveras tão gratificante que perdurará.

No passado dia 16 de outubro, terça-feira, os alunos do 1.º ano participaram no “Hospital do Ursinho”, uma iniciativa do Núcleo de Estudantes de Medicina da Associação Académica de Coimbra, que visa ajudar os mais pequenos a combater o medo da ida a uma consulta médica.

Os alunos trouxeram o seu brinquedo preferido à consulta. Houve quem ajudasse a dar vacinas aos peluches, quem tenha feito um raio-x ao seu carrinho ou mesmo levado o panda ao psicólogo.

Os médicos de serviço do Hospital do Ursinho trataram de todos, com muito carinho e paciência. Os brinquedos, se ainda não estiverem, ficarão melhores. E as nossas crianças trouxeram muitos sorrisos e histórias para contar.

 “Quem quer ser milionário em Saúde?”

A FAO comemora o Dia Mundial da Alimentação a 16 de outubro de cada ano para assinalar a fundação da Organização em 1945, sendo um dos dias mais celebrados no calendário da ONU. As iniciativas propostas procuram contribuir para a consciencialização e ação global para com os que sofrem com a fome, e a necessidade de garantir a segurança alimentar e dietas nutritivas para todos.

Em 2018, o Dia Mundial da Alimentação propõe  uma oportunidade para demonstrar o nosso compromisso com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 – Alcançar a meta do #FomeZero em 2030.

Tal como previsto no Plano Anual de Atividades o grupo de Ciências (Departamento de Ciências Experimentais e Artes) promoveu várias iniciativas para assinalar o Dia Mundial da Alimentação na comunidade educativa do Colégio de São Teotónio.

  • Exposição alusiva ao Dia Mundial da Alimentação (com recurso a materiais divulgados pela FAO)
  • Concurso de trabalhos trabalhos realizados pelos alunos em Ciências Naturais no âmbito do tema “Alimentação Saudável” (turmas do 6ºano)
  • Decoração do Refeitório com os trabalhos realizados
  • Sessões de formação no âmbito da Nutrição em formato de jogo“Quem quer ser milionário em Saúde?”

 

Graças ao inestimável contributo da Unidade de Cuidados na Comunidade do Centro de Saúde do Bairro Norton de Matos, dinamizaram as sessões deste desafio a ser “Milionário em Saúde”, três alunas do 4º ano da Licenciatura em Dietética e Nutrição sob a orientação da Nutricionista Drª Ana Carvalhas, contando com a presença de uma Assitente e a condução dos vários momentos pela Enfª Marisol Simões. Assim, desenvolveram-se duas sessões:

 - uma no período da manhã, teve  como público alvo os alunos do 5º e 6º anos, acompanhados dos seus professores;

 - uma no período da tarde, destinada aos alunos do 3º ciclo (7º, 8º e 9º anos) acompanhados dos seus professores.

Um dia para saber mais e escolher melhor, para ser mais saudável e feliz!

Obrigada a quantos colaboraram e participaram ativamente – prometemos que para o ano há mais!

Novos projetos no âmbito da Ciência e Tecnologia, da Educação Ambiental/Sustentabilidade, reforço de investimentos por parte da Direção/Administração, incremento de parcerias, renovado compromisso individual e comunitário de gestão racional nas áreas da água, energia, resíduos, papel, bem como no combate às alterações ambientais, à proteção da Floresta, à valorização do Mar e à promoção de uma alimentação saudável e sustentável, são eixos do novo Plano de Ação. Este começou a ser delineado no 1º Conselho Eco-Escola, realizado ainda no dia 16, ao final da tarde: com representantes de alunos de todos os níveis de ensino, de docentes e não docentes, da Associação de Pais e da Direção discutiu-se, recolheram-se sugestões, decidiu-se, planeou-se… Também neste âmbito, o compromisso com a qualidade nos levará a mais e melhor, com vontade determinada, dando vida ao CST, PROJETO de CONFIANÇA!

A comunidade educativa do Colégio de São Teotónio assinalou na passada terça-feira, dia 16 de outubro, o hastear da 11ª Bandeira Verde, em clima festivo. O Galardão, recebido no passado dia 4 em Pombal, na cerimónia Nacional, traduz o reconhecimento de um empenhado trabalho na área da educação ambiental/educação para a sustentabilidade, segundo a metodologia dos 7 passos do Programa Eco-Escolas. No Colégio de São Teotónio, este Programa integra o Projeto educativo há já onze anos constituindo mais uma expressão do compromisso em formar os jovens segundo uma visão humanista-cristã da pessoa e da sociedade – conhecer, intervir, melhorar práticas e atitudes, com respeito pela Casa Comum e colaborando na promoção da justiça e equidade sociais, assumindo o valor da sustentabilidade.

Este momento celebrativo, que reuniu toda a comunidade educativa, cerca das 10h15 contou com o contributo belíssimo da Escola de Música São Teotónio: sob a orientação do professor Alexandre Madeira, a Orquestra  interpretou Semper Fidelis - John Philip de Sousa e, após breves palavras da professora Coordenadora do Programa, foi hasteada a nova bandeira Verde ao som de Hino à alegria - Ludwig van Beethoven: pela mão dos alunos delegados de turma do 1ºCiclo ao Ensino Secundário, com grande entusiasmo e visível satisfação de todos os presentes!

 

O Município de Pombal foi escolhido para acolher a edição 2018 do Dia das Bandeiras Verdes.

Na  Expocentro de Pombal, no dia 4 de Outubro cerca de 5000 participantes celebraram a atribuição desta distinção de qualidade. Neste dia o Colégio de São Teotónio esteve presente – os delegados/subdelegados  de turma  do 5º ano ao 12º ano representado toda  a comunidade discente e dois elementos representantes do corpo docente e não docente – formámos uma equipa muito animada e com boa disposição, participámos nas múltiplas atividades, jogos, ateliês, … visitamos as Exposições (vimos os nossos quatro Eco-Posters selecionados a integrar  a exposição itinerante!), aprendemos muito e sempre divertidos!

À semelhança das edições anteriores , durante a manhã , decorreu a Eco‑mostra que contou com a presença de centenas de escolas..

O programa valeu bem a pena!

A gala Eco-escola decorreu durante a tarde, com mais atividades, espetáculo musical e no final com a entrega da bandeira verde.

Já passava das 16h30 recebemos a tão esperada  Bandeira Verde, como reconhecimento do trabalho desenvolvido no âmbito do Eco-Escola ao longo do ano letivo 2017-2018 – foi com muita satisfação e orgulho que a recebemos em nome de todos e ouvimos:  Parabéns, Colégio São Teotónio!

COMUNICADO / INFORMAÇÃO

Em janeiro de 2017, na sequência de uma denúncia do então Revisor Oficial de Contas do Colégio, António Pinto Castanheira, fui acusado do crime de falsificação de documento, juntamente com o Dr. Filipe Ramos e o Dr. Luís Coimbra.

Nessa altura, talvez se recordem, expus objetivamente a questão, reportada ao ano letivo 2012/2013 e as motivações do denunciante, para que os factos então ocorridos fossem conhecidos de quem neles tivesse interesse, não se ficando apenas pelas manchetes dos jornais “padre acusado de falsificação de documentos”, o que naturalmente vende bem, mas é pouco esclarecedor.

O Ministério Público, aceitando a ficção do denunciante, deduziu acusação e propôs a suspensão provisória do processo, que traduziria um consentimento de conduta censurável.

Tenho-me por pessoa íntegra e honesta e, em nome da verdade, não aceitei, optando por ir a julgamento. Sentar-me no banco dos réus foi uma experiência que não desejo a ninguém. Foi muito doloroso. Mais ainda por me sentir injustamente acusado e conhecer a estirpe e motivações do denunciante.

Fui à sala de audiências 13 vezes, durante mais de um ano, tendo sido a última no passado dia 5 de setembro para leitura da sentença.

Tal como tinha acontecido com todas as entidades que analisaram total ou parcialmente o assunto, Autoridade para as Condições do Trabalho, Autoridade Tributária e Aduaneira, Programa Operacional Potencial Humano, Ordem dos Revisores Oficias de Contas, também o Tribunal considerou a nossa atuação correta.

No cumprimento dos normativos legais e dissecado o assunto em sede de julgamento, concluiu o Tribunal que “a interpretação que presidiu à conduta dos arguidos, dada por assente, sendo a mais defensável do ponto de vista de justiça material, porque em consonância com o escopo do legislador (como já se referiu), não consubstancia a prática dos arguidos o preenchimento dos elementos constitutivos do tipo legal de crime imputado, por inexistir intenção de causar prejuízo a outra pessoa ou ao Estado ou de obter para si ou para outra pessoa benefício ilegítimo, mas tão só alcançar um direito que no seu entender (e no nosso), justificada e legitimamente lhes assistia. Os elementos documentais fornecidos ao POPH, porque consonantes com essa verdade, não integram, consequentemente, o preenchimento das al. a) e d) (ou qualquer das restantes) elencadas no n.º 1 do art.º 256.º do Código Penal”, impondo-se a absolvição, que determina.

Todos corroboraram a lisura e legalidade da nossa atuação. Todos, exceto o Revisor António Pinto Castanheira; vá lá saber-se porquê!

Aguardo que a decisão transite em julgado. Então mais direi e farei.

Quero agradecer mais uma vez aos trabalhadores do Colégio que em 2012/2013 ousaram propor e viver o valor cristão da partilha. Agradeço-lhes também, como a todos os amigos, o apoio e o testemunho da verdade.

Quero agradecer ao Dr. Filipe e ao Dr. Luís a sua costumada competência profissional, a sua amizade e proximidade que agora foi até ao banco dos réus. Ao Dr. Hugo Barros, nosso advogado, agradeço a lucidez e segurança na condução deste processo.

Coimbra, 7 de setembro de 2018

Pe. Manuel Carvalheiro

Creche e  Pré-escolar

3 de setembro - segunda-feira

 

Início do ano letivo 

 

 

1º Ciclo do Ensino Básico

6 de setembro - quinta-feira 

18H30 Cineteatro

 

Reunião de Pais/EE

7 de setembro - sexta-feira

09H00

 

Início do ano letivo (acolhimento)

 

2º e 3º Ciclos do EB e Ensino Secundário

7 de setembro - sexta-feira

18H00 Cineteatro

 

Reunião de Pais/EE

10 de setembro - segunda-feira 

09H30 (5º ao 8º ano)

 

Início do ano letivo (acolhimento)

10H00 (9º ano e secundário)

 

 

A Editorial Caminho tem o prazer de informar que aos trabalhos dos alunos Maria Carolina Dias França foi atribuído o 2.º Prémio ex-aequo no ciclo de escolaridade a que pertence, na modalidade de Desenho no Concurso Uma Aventura... Literária 2018. Muitos parabéns!

Este ano, a Caminho recebeu 14.643 trabalhos participantes no Concurso Uma Aventura…. Literária 2018. Os números falam por si e demonstram o enorme interesse que este Concurso continua a suscitar junto de professores e alunos de todo o país.

Felicitamos o(s) aluno(s) e a escola pela qualidade do trabalho, que encantou o júri, e agradecemos a todos os professores que, com dedicação e empenho, fazem deste concurso o maior do género em Portugal.

Conforme o regulamento prevê, o prémio consiste na publicação do trabalho num dos livros da coleção Uma Aventura, cujo título e edição serão divulgados oportunamente. O autor receberá ainda como brinde um cheque-livro

Temos ainda o prazer de o(a) convidar a estar presente na cerimónia pública de entrega dos prémios, que decorrerá no dia 11 de junho, às 14.30 horas, no Pavilhão Carlos Lopes, que fica perto dos pavilhões da Editorial Caminho, no Espaço Leya, da Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII).

As escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada participam na festa destinada aos premiados, aos professores e aos colegas e familiares que os quiserem acompanhar. Os premiados podem trocar o cheque-livro pelas obras que escolherem nos pavilhões da Editorial Caminho e levar como recordação um livro autografado das autoras.

A ciência na escola ao serviço do desenvolvimento e da humanização

Turma 7º B - 4º Escalão

PROJETO: Lanterna Verde - a bactéria biossensor para detetar contaminação ambiental

 

Este projeto foi desenvolvido pelos alunos da turma 7ºB em parceria com a Universidade de Coimbra, Laboratório de Microbiologia contando com os Investigadores: Professora Doutora Paula Vasconcelos Morais, Drª Mariana Cruz Almeida e Dr Diogo Neves Proença, da FCTUC, Departamento Ciências da Vida; do CST, profª Alice Rocha como coordenadora.

A formação em Ciências Naturais visa despertar nos alunos a curiosidade acerca do mundo natural e o interesse pela ciência, desenvolver uma compreensão abrangente da Terra e da Vida, dos procedimentos da investigação científica e ainda questionar o comportamento humano perante o mundo e o impacto da ciência e da tecnologia no ambiente. Neste contexto, foi com muito agrado e verdadeiro entusiasmo que aceitamos o desafio de corresponder à temática proposta pela 15ª edição Prémio Fundação Ilídio Pinho e pusemos mãos à obra concorrendo com este projeto.

A contaminação do meio ambiente com metais aumentou drasticamente durante o último século devido a intensas atividades antropogénicas e ao aumento da necessidade destes. Os solos são o principal concentrador dos metais libertados para o meio ambiente e, ao contrário dos contaminantes orgânicos, estes não sofrem degradação microbiana ou química. As estratégias de remediação ambiental que se centram na redução da biodisponibilidade dos metais no ambiente são somente aceites se demonstradas serem estáveis a longo prazo.

Neste trabalho construímos um modelo de contaminação ambiental por crómio e avaliamos o processo de biorremediação natural utilizando um biossensor desenvolvido na Universidade de Coimbra, o "Lanterna Verde". 

O uso de biossensores bacterianos permite determinações sensíveis do contaminante biodisponível, sem equipamentos caros, treino especializado ou o uso de reagentes químicos. Assim, existe uma necessidade de mercado para biossensores como um método mais seguro e ambientalmente correto para a quantificação de cromato. Refira-se que o biossensor teve um prémio INOV-C e espera-se que possa ser utilizado por empresas no futuro, para monitorização ambiental.

Aos alunos do 7ºB dedicados e responsáveis em todas as tarefas delineadas, o desenvolvimento deste projeto  permitiu alargar os horizontes da aprendizagem, possibilitou não só o acesso aos produtos da Ciência mas também aos seus processos, compreender os seus limites e potencialidades e entender as suas aplicações tecnológicas na sociedade: tornou acessível o estudo experimental da Ciência, a aquisição de destrezas experimentais, tendo em vista a valorização do método científico e o estudo da Ciência e das Tecnologias. Simultaneamente, possibilitou a compreensão prática de que estas dimensões se podem encontrar, criativamente, para gerar respostas eficazes e necessárias, ao alcance de todos o que se empenham, a problemas de sustentabilidade global. Com o percurso realizado todos os alunos da turma contactaram com o “fazer ciência”, compreendendo, a partir de um problema concreto, a relação entre a Ciência, a Sociedade e as Tecnologias ao serviço de uma maior qualidade de vida, isto é, ao serviço do desenvolvimento e da humanização. Valeu a pena!

A ciência na escola ao serviço do desenvolvimento e da humanização

Turmas 10.1 A | B

PROJETOR2R - Residuos para Recursos: microbiotecnologia no futuro na reciclagem

 

Conscientes de que o que hoje são resíduos podem ser fontes de matérias-primas, através da coordenação de novas estratégias (como a biolixiviação e a bio-remoção), e de que o fósforo é um elemento necessário à agricultura cujas fontes de fornecimento tradicionais estão quase esgotadas, os alunos do 10 ano participaram na 15ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho- Ciência na Escola com o projeto "Residuos2Recursos: Biomicrotecnologia no futuro na reciclagem" .

Neste projeto os alunos conseguiram criar um processo, suportado em bioestratégias, para a remoção de fósforo, a partir de lamas residuais, e a produção de um produto rico em fósforo utilizável na agricultura. Dado estarmos a viver uma crise de recursos, é essencial a criação de modelos económicos onde se gera riqueza sem prejudicar o ambiente.

Todo o trabalho desenvolveu-se em estreita colaboração com a Professora Dª Paula Vasconcelos Morais, da FCTUC, e o Engenheiro João Damasceno, diretor da empresa Águas da Figueira.